segunda-feira, 28 de março de 2011

Artigo sobre questões ambientais:

• O que é tragédia dos comuns...
A tragédia dos comuns é uma armadilha social, frequentemente econômica que envolve conflitos entre interesses individuais e o bem comum no uso de recursos finitos. Ela declara que o livre acesso e a demanda irrestrita de um recurso finito,termina por condenar estruturalmente o recurso por conta de sua super exploração. A expressão provém originalmente de uma observação feita pelo matemático amador William Forster Lloyd sobre posse comunal da terra em aldeias medievais,em seu livro de 1833 sobre população. O conceito foi estendido e popoularizado por garrett Hardin no ensaio " the tragedy of the commons" publicado em 1968 na revista científica Science. Todavia, a teoria propriamente dita é tão antiga quanto Aristóteles.

• Movimento ambientalista e Política ambiental

O ambientalismo, movimento ecológico ou movimento verde consiste em diferentes correntes de pensamento de um movimento social, que tem na defesa do meio ambiente sua principal preocupação, demandando medidas de proteção ambiental, tais como medidas de anti-poluição.

O ambientalismo não visa somente os problemas ligados ao meio ambiente, mas também as atitudes a serem tomadas para uma possível diminução ou até mesmo solução desses problemas.

Considerando-o um movimento social, podem inserir-se neste contexto, todas as instituições, agências, organizações-não-governamentais, políticas (como os Partidos Verdes), ativistas independentes e outros, cuja atuação tenha por princípio a defesa do meio ambiente seja através de manifestações sociais, projetos para a conservação ecológica etc. O movimento por justiça ambiental considera que os problemas ambientais ligam-se aos sociais.

Um ambientalista é alguém que acredita que o meio ambiente, por ser a fonte de recursos da humanidade, deveria ter sua exploração de forma mais planejada a fim de não esgotar o planeta para as gerações futuras.


O que é darwinismo social.

Darwinismo social é o darwinismo da sociedade.

Para início de conversa o darwiniso diz basicamente que o mais forte sobrevive na natureza, e é selecionado, enquanto os mais fracos morrem.
Logo, o darwinismo social é que o mais forte socialmente sobrevive: o que tem mais amigos, o que tem melhores estudos, o mais esperto ou o mais rico.



Guerra na Líbia: Darwinismo social, luta de classses ou autodeterminação?
A Guerra na Líbia foi um pouco de todos esses temas misturados. Houve o Darwinismo social por conta do ditador, que ficou no poder contra tudo e contra todos, e ainda assim conseguiu agrupar um exército muito forte e resistir.
Luta de classes por conta do conflito entre subordinados e exército do ditador.
E autodeterminação por conta de ser isso o necessário para enfrentar o regime tão forte desse país.

A guerra na Líbia é feita basicamente por forças rebeldes x Ditadura. Kadafi x os seus subordinados que cansaram dos seus exageros religiosos, comerciais etc. E é isso o que é o básico da guerra na Líbia.

sábado, 20 de novembro de 2010

Cronicamente Inviável


Cronicamente Inviável

Cronicamente Inviável
não é um filme denúncia. Também não é um filme daqueles que assistimos confortavelmente na poltrona, como se nada tivéssemos a ver com o que está sendo mostrado na tela.

O ótimo filme de Sérgio Bianchi é, antes de tudo, um filme para reflexão. Em seu quarto longa metragem, o cineasta paranaense faz um libelo contra a hipocrisia e não deixa pedra sobre pedra.. No painel sobre o caos em que se transformou a sociedade brasileira, não há bandidos nem heróis, todos têm a sua parcela de culpa: intelectuais, políticos, opressores, oprimidos; até os movimentos sociais dos negros, indígenas e dos Sem Terra não foram poupados.

Bianchi faz uma exposição nua e crua da realidade. Sabemos que a cena que estamos vendo 'mendigos se alimentando na lixeira do restaurante' , estará à nossa frente ao vivo na saída do cinema ou, no máximo, no dia seguinte.

E assim como esse, outros temas do dia a dia são lembrados: discriminação racial e social, devastação de florestas, impunidade,tráfico de órgãos, comércio de bebês, corrupção, trambiques e por aí vai.

"Sei que meu cinema não é popular; fiz um filme que tem diferentes formas de ver", disse Bianchi na pré estréia de Cronicamente Inviável, que levou 4 anos para ser realizado. O diretor teve que interromper o filme quatro vezes por falta de dinheiro.

Escrita por Bianchi e por Gustavo Steinberg, a história é costurada através de seis personagens: o escritor Alfredo (Umberto Magnani); o casal bem nascido Carlos (Daniel Dantas) e Maria Alice (Betty Gofman) que, para aliviar o sentimento de culpa, dá esmola e brinquedos para os pobres ; os dois frequentam o restaurante de Luís (Cécil Thiré) que explora sexualmente seus funcionários; Amanda (Dira Paes), de passado incerto e o cínico garçon Adam (Dan Filip Stulbach) completam o grupo.

O filme de Bianchi é um soco na boca do estômago, mas não é uma surpresa. Uma das características do diretor é a coerência; assim, seu último filme não foge ao estilo dos anteriores Maldita Coincidência, Romance, A Causa Secreta e o excelente Mato Eles?

Até a forma de utilização da trilha sonora - já mostrada em obras anteriores - é repetida por Bianchi, principalmente nas seqüências com tomadas aéreas da cidade ao som de músicas de bossa nova, evidenciando o paradoxo entre o Rio, cidade maravilhosa e o Rio, cidade violência.

Talvez uma das melhores frases sobre o filme tenha sido dita por Dan Filip Stulbach (que interpreta o garçon) na noite de estréia: "acho que Cronicamente Inviável é um filme necessário".

Cronicamente inviável, por http://www.mnemocine.com.br/cinema/crit/cronicamente.htm

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

A questão democrática...

Democracia: é um sistema de governo que consulta a opinião do povo (cidadãos) para tomar importantes decisões para o futuro da comunidade.


Logo, os cidadãos tem o papel mais importante nessas decisões, pois eles tem que reivindicar seus direitos e utilizar deles para construir um bom futuro para a sociedade.


Autoritarismo: sistema de governo onde o Estado toma as decisões de acordo com a opinião de legisladores nao eleitos, e que geralmente permitem um grau de liberdade individual.


Totalmente contrário a democracia o autoritarismo não favorece a todos, é uma espécie de governo que procura atender somente aos interesses dos que estão no poder.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Liberdade, Livre Abítrio, Escolhas, Decisões...


- O homem é livre para escolher seu destino ?



Liberdade é o que a humanidade tem para escolher seu destino. Uma pessoa livre é aquela que pode escolher o que quer fazer da sua vidan contanto que esteja dentro da lei.

Já livre arbítrio é poder escolher o que bem entender, não importanto se está dentro da lei ou não. Pode-se até mesmo dizer que no livre arbítrio não há o bem ou o mau, mas a escolha própria.

Uma definição geral e rasoável de liberdade e livre arbítrio.

Nossas escolhas estão diretamente relacionadas à liberdade e ao livre arbítrio. Enquanto na liberdade fazemos o que queremos dentro da lei, vivendo como cidadãos politicamente corretos, no livre arbítrio vivemos de acordo com o que nos der na cabeça, sem precisar pensar no próximo. Por isso, a lei nos dá liberdade, e não livre arbítrio.

Em nossas decisões também estão presentes esses tipos de atitudes. Para decidir onde vamos construir uma casa, por exemplo, temos liberdade para escolher o lugar, contanto que tenhamos a propriedade, que não invadamos a propriedade de ninguém ou uma área ambiental. Se tivéssemos livre arbítrio poderíamos subir na casa de uma pessoa, levar marterial e construir uma casa lá mesmo, como se fosse uma casa duplex. Isso não existe, jpá que a lei não nos permite.

Temos liberdade, mas não livre arbítrio. Podemos escolher o que quisermos, contanto que não atravessemos os limites do espaço pessoal do próximo.

domingo, 26 de setembro de 2010

PhiloSophando: Não existe o bem nem o mau. O que existe é o ser humano.


Por: Sami Arruda

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

1- Quais as diferenças entre cultura como cultivo e cultura como colheita ?

Um dos seus significados originais para "cultivo agrícola" , refere-se ao que cresce naturalmente. Inicialmente a cultura era associada ao material e após a passagem da civilização de uma vida rural para uma vida urbana assumiu um sentido intelectual.





2- Existe diferença entre o conceito de cultura e civilização ?

Conceituar cultura e civilizações torna-se uma tarefa bastante difícil haja vista que, vários fatores contribuem para essas diferenças e principalmente, os diferentes pontos de vista de cada povo que tentou conceituá-las.

A partir do século XVI, o conceito de cultura passaria a articular-se, ora positiva ora negativamente, com o conceito de civilização pois, inicialmente, o conceito de civilização referia-se, de um lado, ao civil, correspondente ao homem educado e polido, e do outro lado, à ordem social, derivando daí o conceito de sociedade civil. Mas, com o tempo, civilização passou a designar um estágio ou etapa do desenvolvimento histórico ocidental ligado ao progresso. Desde então, ao aproximar-se do conceito de civilização, cultura passou a exprimir os aspectos do desenvolvimento material da sociedade moderna que via como civilizado o homem moderno, polido, erudito sendo tudo isso uma construção, etnocêntrica, de franceses e ingleses que servia para confirmar a consciência que os ocidentais tinham de si próprios. São é tradições, costumes, valores, crenças, educação, enfim, tudo o que é criado pelo homem.



3- Quais os aspectos positivos e negativos da pluralidade cultural ?

Aspectos positivos: É a pluralidade cultural que faz do mundo um lugar rico. Um mundo rico em cultura. É o que faz o ser humano saber que é diferente do próximo e querer fazer a diferença. Faz o homem saber que pode ser isso ou aquilo sem deixar de ser homem. A pluralidade cultural faz o homem conhcer-se melhor.

Aspectos negativos: Junto dessa pluralidade vem também o individualismo. Não importa se você usa um meio ou outro para alcançar o objetivo, o que importa é alcançá-lo e fazê-lo melhor que os dos outros. Basta ver as guerras entre islâmicos e judeus por exemplo. Ou atos terroristas. É tudo uma pluralidade cultural só, e isso causa divergências. Este é o grande ponto negativo da pluralidade cultural.





4- Na primeira manchete apresentada, se você fosse americano, qual seria a sua postura em relação à construção da mesquita? Por quê?

Nós seríamos a favor de sua construção. Porque é necessário tremos a consciência de que se um age de uma forma, quem agiu foi aquele um, não o todo. Os islâmicos tem tanto direito de exercer sua religião quanto o cristãos estadunidenses. Simplesmente achamos que a mesquita deveria ser cosntruída, até mesmo pelas leis dos direitos humanos. Se não houver essa construção, certamente o ódio entre as religiões aumentará. E se houver, que haja a consciência de que há de ser respeitado o espaço do próximo.





5- Você concorda com o historiador paquistanês que no mundo ocidental, principlamente na Europa, existe uma onda de islamofobia? Por quê?

Sim. Basta olhar nos olhos de quem vê. O medo é refletido nos olhos das pessoas quando se vê um homem de barba longa, uma mulher islâmica mostrando apenas seus olhos, ou mesmo um templo. O medo, como já citamos anteriormente, das atitudes de um, contamina e espalha preconceito sobre o todo. E é preciso mudar isso. Não são os Europeus ditos tão polidos? Por que então não agem de acordo com os direitos humanos? É necessária consciência na mente de cada um. E que essa consciência venha por meio de acordos de paz e de um futro estável.