segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Liberdade, Livre Abítrio, Escolhas, Decisões...


- O homem é livre para escolher seu destino ?



Liberdade é o que a humanidade tem para escolher seu destino. Uma pessoa livre é aquela que pode escolher o que quer fazer da sua vidan contanto que esteja dentro da lei.

Já livre arbítrio é poder escolher o que bem entender, não importanto se está dentro da lei ou não. Pode-se até mesmo dizer que no livre arbítrio não há o bem ou o mau, mas a escolha própria.

Uma definição geral e rasoável de liberdade e livre arbítrio.

Nossas escolhas estão diretamente relacionadas à liberdade e ao livre arbítrio. Enquanto na liberdade fazemos o que queremos dentro da lei, vivendo como cidadãos politicamente corretos, no livre arbítrio vivemos de acordo com o que nos der na cabeça, sem precisar pensar no próximo. Por isso, a lei nos dá liberdade, e não livre arbítrio.

Em nossas decisões também estão presentes esses tipos de atitudes. Para decidir onde vamos construir uma casa, por exemplo, temos liberdade para escolher o lugar, contanto que tenhamos a propriedade, que não invadamos a propriedade de ninguém ou uma área ambiental. Se tivéssemos livre arbítrio poderíamos subir na casa de uma pessoa, levar marterial e construir uma casa lá mesmo, como se fosse uma casa duplex. Isso não existe, jpá que a lei não nos permite.

Temos liberdade, mas não livre arbítrio. Podemos escolher o que quisermos, contanto que não atravessemos os limites do espaço pessoal do próximo.

domingo, 26 de setembro de 2010

PhiloSophando: Não existe o bem nem o mau. O que existe é o ser humano.


Por: Sami Arruda

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

1- Quais as diferenças entre cultura como cultivo e cultura como colheita ?

Um dos seus significados originais para "cultivo agrícola" , refere-se ao que cresce naturalmente. Inicialmente a cultura era associada ao material e após a passagem da civilização de uma vida rural para uma vida urbana assumiu um sentido intelectual.





2- Existe diferença entre o conceito de cultura e civilização ?

Conceituar cultura e civilizações torna-se uma tarefa bastante difícil haja vista que, vários fatores contribuem para essas diferenças e principalmente, os diferentes pontos de vista de cada povo que tentou conceituá-las.

A partir do século XVI, o conceito de cultura passaria a articular-se, ora positiva ora negativamente, com o conceito de civilização pois, inicialmente, o conceito de civilização referia-se, de um lado, ao civil, correspondente ao homem educado e polido, e do outro lado, à ordem social, derivando daí o conceito de sociedade civil. Mas, com o tempo, civilização passou a designar um estágio ou etapa do desenvolvimento histórico ocidental ligado ao progresso. Desde então, ao aproximar-se do conceito de civilização, cultura passou a exprimir os aspectos do desenvolvimento material da sociedade moderna que via como civilizado o homem moderno, polido, erudito sendo tudo isso uma construção, etnocêntrica, de franceses e ingleses que servia para confirmar a consciência que os ocidentais tinham de si próprios. São é tradições, costumes, valores, crenças, educação, enfim, tudo o que é criado pelo homem.



3- Quais os aspectos positivos e negativos da pluralidade cultural ?

Aspectos positivos: É a pluralidade cultural que faz do mundo um lugar rico. Um mundo rico em cultura. É o que faz o ser humano saber que é diferente do próximo e querer fazer a diferença. Faz o homem saber que pode ser isso ou aquilo sem deixar de ser homem. A pluralidade cultural faz o homem conhcer-se melhor.

Aspectos negativos: Junto dessa pluralidade vem também o individualismo. Não importa se você usa um meio ou outro para alcançar o objetivo, o que importa é alcançá-lo e fazê-lo melhor que os dos outros. Basta ver as guerras entre islâmicos e judeus por exemplo. Ou atos terroristas. É tudo uma pluralidade cultural só, e isso causa divergências. Este é o grande ponto negativo da pluralidade cultural.





4- Na primeira manchete apresentada, se você fosse americano, qual seria a sua postura em relação à construção da mesquita? Por quê?

Nós seríamos a favor de sua construção. Porque é necessário tremos a consciência de que se um age de uma forma, quem agiu foi aquele um, não o todo. Os islâmicos tem tanto direito de exercer sua religião quanto o cristãos estadunidenses. Simplesmente achamos que a mesquita deveria ser cosntruída, até mesmo pelas leis dos direitos humanos. Se não houver essa construção, certamente o ódio entre as religiões aumentará. E se houver, que haja a consciência de que há de ser respeitado o espaço do próximo.





5- Você concorda com o historiador paquistanês que no mundo ocidental, principlamente na Europa, existe uma onda de islamofobia? Por quê?

Sim. Basta olhar nos olhos de quem vê. O medo é refletido nos olhos das pessoas quando se vê um homem de barba longa, uma mulher islâmica mostrando apenas seus olhos, ou mesmo um templo. O medo, como já citamos anteriormente, das atitudes de um, contamina e espalha preconceito sobre o todo. E é preciso mudar isso. Não são os Europeus ditos tão polidos? Por que então não agem de acordo com os direitos humanos? É necessária consciência na mente de cada um. E que essa consciência venha por meio de acordos de paz e de um futro estável.

domingo, 13 de junho de 2010

ÁGORA - UM FILME ÉPICO

Uma história com séculos de idade, filmado em pleno Egipto com detalhes autênticos e um elenco de diversas nacionalidades,
Ágora prima pela precisão, pelo entretenimento que oferece e carácter educacional que assume. Infelizmente, por não se tratar de um filme que aborde aspectos mais comerciais, talvez não venha a ter o retorno merecido, face a um orçamento dispendioso.

Na primeira parte do filme conhecemos Hypatia como professora, a ensinar matemática e astronomia aos seus discípulos e a tentar solucionar o enigma das órbitas planetárias em torno do Sol. Famosa por guiar a sua vida pelas Ciências e não seguir cegamente uma religião, normalmente não fazia distinções entre os seus alunos, quer fossem Cristãos ou Pagãos, embora, em situações de maior pressão, revelasse algum desdém pelos escravos. Ao não revelar diferenças entre as duas religiões, originou uma situação de um triângulo amoroso, entre o seu escravo Davus e Orestes. No entanto, este aspecto não seria bem explorado, uma vez que a acção principal centra-se no confronto entre as duas principais religiões da região. Na segunda parte do filme, verifica-se novo confronto entre ideiais religiosos, visto que grande parte dos Pagãos se converteram ao Cristianismo, os Cristãos focaram as suas atenções nos Judeus, uma religião emergente.

Ágora viveu para as expectativas de um filme épico, muito simples, muitos bons pormenores na sua filmagem, perfeito equilíbrio entre a história e a dramatização, onde o elenco esteve soberbo, onde a sua passagem de escravo a soldado Cristão é uma das imagens que será certamente recordada. Amenábar correu um risco deste filme poder ficar um manifesto anti – Cristianismo, com diversas cenas de violência, o que não foi um caso, embora possamos considerar um manifesto contra o extremismo. A única crítica que se aponta deve-se ao facto de ter ficado por explorar de forma mais profunda o triângulo amoroso entre Hypatia e dois dos seus discípulos. Não seria o aspecto mais dominante num filme de forte componente histórica, religiosa e científica, no entanto, uma boa longa metragem não deve ter pontas soltas.

Num filme com grande componente histórica e científica, à qual a figura de Hypatia tem obrigatoriamente de vir associada, existe o perigo de não corresponder à exigência de um público que prefira produções mais actuais e comerciais. Será Ágora muito avançado para o seu tempo? Talvez! No entanto, o seu carácter épico, seja de que forma for, deixará uma importante marca em todos os espectadores.

segunda-feira, 7 de junho de 2010


Trem das Onze

Andoniran Barbosa

Não posso ficar nem mais um minuto com você
Sinto muito amor, mas não pode ser
Moro em Jaçanã,
Se eu perder esse trem
Que sai agora as onze horas
Só amanhã de manhã.
Além disso mulher
Tem outra coisa,
Minha mãe não dorme
Enquanto eu não chegar,
Sou filho único
Tenho minha casa para olhar
E eu não posso ficar.

Só pra descontrair. ;]

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Ética e Moral. O que são?

O que são / Semelhanças&Diferenças

"A ética é daquelas coisas que todo mundo sabe o que são, mas que não são fáceis de explicar, quando alguém pergunta
Segundo o Dicionário Aurélio Buarque de Holanda, ÉTICA é "o estudo dos juízos de apreciação que se referem à conduta humana susceptível de qualificação do ponto de vista do bem e do mal, seja relativamente à determinada sociedade, seja de modo absoluto".
Alguns diferenciam
ética e moral de vários modos:


1. Ética é princípio, moral são aspectos de condutas específicas;


2. Ética é permanente, moral é temporal;


3. Ética é universal, moral é cultural;


4. Ética é regra, moral é conduta da regra;


5. Ética é teoria, moral é prática.


Etimologicamente falando, ética vem do grego "ethos", e tem seu correlato no latim "morale", com o mesmo significado: Conduta, ou relativo aos costumes. Podemos concluir que etimologicamente ética e moral são palavras sinônimas.
Vários pensadores em diferentes épocas abordaram especificamente assuntos sobre a ÉTICA: Os pré-socráticos, Aristóteles, os Estóicos, os pensadores Cristãos (Patrísticos, escolásticos e nominalistas), Kant, Espinoza, Nietzsche, Paul Tillich etc.

Períodos da História da Filosofia

Filosofia antiga (do século VI a.C. ao século VI d.C.)
Compreende os quatro grandes períodos da Filosofia greco-romana, indo dos pré-socráticos aos grandes sistemas do período helenístico.



Filosofia patrística (do século I ao século VII)
Inicia-se com as Epístolas de São Paulo e o Evangelho de São João e termina no século VIII, quando teve início a Filosofia medieval.
A patrística resultou do esforço feito pelos dois apóstolos intelectuais (Paulo e João) e pelos primeiros Padres da Igreja para conciliar a nova religião – o Cristianismo – com o pensamento filosófico dos gregos e romanos, pois somente com tal conciliação seria possível convencer os pagãos da nova verdade e convertê-los a ela. A Filosofia patrística liga-se, portanto, à tarefa religiosa da evangelização e à defesa da religião cristã contra os ataques teóricos e morais que recebia dos antigos.
Divide-se em patrística grega (ligada à Igreja de Bizâncio) e patrística latina (ligada à Igreja de Roma) e seus nomes mais importantes foram: Justino, Tertuliano, Atenágoras, Orígenes, Clemente, Eusébio, Santo Ambrósio, São Gregório Nazianzo, São João Crisóstomo, Isidoro de Sevilha, Santo Agostinho, Beda e Boécio.
A patrística foi obrigada a introduzir idéias desconhecidas para os filósofos greco-romanos: a idéia de criação do mundo, de pecado original, de Deus como trindade una, de encarnação e morte de Deus, de juízo final ou de fim dos tempos e ressurreição dos mortos, etc. Precisou também explicar como o mal pode existir no mundo, já que tudo foi criado por Deus, que é pura perfeição e bondade. Introduziu, sobretudo com Santo Agostinho e Boécio, a idéia de “homem interior”, isto é, da consciência moral e do livre-arbítrio, pelo qual o homem se torna responsável pela existência do mal no mundo.
Para impor as idéias cristãs, os Padres da Igreja as transformaram em verdades reveladas por Deus (através da Bíblia e dos santos) que, por serem decretos divinos, seriam dogmas, isto é, irrefutáveis e inquestionáveis. Com isso, surge uma distinção, desconhecida pelos antigos, entre verdades reveladas ou da fé e verdades da razão ou humanas, isto é, entre verdades sobrenaturais e verdades naturais, as primeiras introduzindo a noção de conhecimento recebido por uma graça divina, superior ao simples conhecimento racional. Dessa forma, o grande tema de toda a Filosofia patrística é o da possibilidade de conciliar razão e fé, e, a esse respeito, havia três posições principais:
1. Os que julgavam fé e razão irreconciliáveis e a fé superior à razão (diziam eles: “Creio porque absurdo”).
2. Os que julgavam fé e razão conciliáveis, mas subordinavam a razão à fé (diziam eles: “Creio para compreender”).
3. Os que julgavam razão e fé irreconciliáveis, mas afirmavam que cada uma delas tem seu campo próprio de conhecimento e não devem misturar-se (a razão se refere a tudo o que concerne à vida temporal dos homens no mundo; a fé, a tudo o que se refere à salvação da alma e à vida eterna futura).